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quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Problemas de gestão na SMAM

26/01/2011
Plenário

Comissão Representativa / Comunicações

Os vereadores de Porto Alegre abordaram os seguintes temas nos tempos de Comunicação da reunião da Comissão Representativa desta quarta-feira (26/1):
CONDUTA - Adeli Sell (PT) disse considerar péssima a gestão do secretário Professor Garcia frente a Smam. Falou sobre a manifestação do dirigente que teria sido mal educado durante participação em programa de rádio local. “Ele prevarica não multando empresas além de perseguir funcionários”, afirmou Adeli ressaltando ter provas sobre o que disse. Falou ainda que a Vila Pinto está em estado de calamidade pública pela falta de atenção da Smam. “Áreas de risco foram invadidas. É uma tragédia anunciada”. (RA)

(do site da Câmara Municipal de Porto Alegre)

terça-feira, 27 de julho de 2010

Ações articuladas para evitar assaltos nos ônibus


A comunidade da Vila Pinto tomou a iniciativa de convocar uma reunião para discutir a onda crescente de assaltos nos ônibus e buscar ações efetivas em prol da segurança dos moradores e dos usuários de transporte público na região. Foram chamados a participar o Consórcio Unibus (que congrega seis empresas de ônibus urbanos), Carris, Sindicato dos Trabalhadores Rodoviários, Brigada Militar, gabinete do vereador Adeli Sell - representando a Câmara Municipal - e gabinete do deputado Adão Villaverde, representando a Assembleia Legislativa. A reunião aconteceu no Centro de Educação Ambiental da Vila Pinto – CEA.

Na ocasião, foi relatado que de 16 de março até agora, só nos ônibus da Carris, houve 55 assaltos. A situação chegou a tal ponto que no domingo, dia 23, aconteceram quatro assaltos em uma mesma linha, todos na região do 20° BPM. Marli Medeiros, responsável pelo CEA, relata que os moradores da Vila Pinto sentem-se acuados com a situação, já que grande parte das vítimas de assaltos, inclusive motoristas e cobradores, vivem na região.

“Antes os ladrões levavam o conteúdo do caixa do cobrador, mas agora com o TRI e os cofres, é feito um arrastão, deixando os usuários reféns e ameaçados por armas ao longo de várias paradas”, diz Marli. Isso repercute na vida da comunidade, pois muitos trabalhadores, traumatizados, têm medo de utilizar os ônibus; motoristas e cobradores precisam de atendimento psicológico por trabalhar sob a tensão de um novo assalto e as empresas tendem a retirar horários para diminuir seus prejuízos, penalizando ainda mais os usuários. Já está se tornando prática que os ônibus que circulam durante a noite evitam parar onde temem que possam embarcar assaltantes, privando trabalhadores do serviço. Para piorar a situação, tem havido ameaça de incendiar os veículos caso haja alguma reação por parte da comunidade. Por outro lado, os próprios assaltantes vivem na região, a grande maioria muito jovem e dependente de crack.

Dando prosseguimento à busca de soluções, foi realizada reunião, dia 15 deste mês, na Comissão de Serviços Públicos da Audiência Pública na Assembleia Legislativa, presidida pelo deputado Adão Villaverde. Na ocasião, ficou acertado que os órgãos de segurança pública deverão redobrar a atenção em relação aos assaltos crescentes nos ônibus da região metropolitana. Também as empresas de transporte coletivo devem dotar os ônibus de câmaras de vídeo para auxiliar a Polícia Civil e a Brigada na identificação de assaltantes. Por sua parte, a comunidade deve participar do esforço conjunto de combate aos assaltos mobilizando-se para integrar espaços e canais de comunicação com as empresas, a BM e a PC.

À reunião, estiveram presentes lideranças comunitárias, como Marli Medeiros, do CEA, e a professora Dileta Simonetti, do Fórum de Justiça e Segurança da Região Nordeste; o Cel. Antero Batista de Campos Homem, do Comando de Policiamento da Capital; o Cel. Carlos Roberto Bondan, do Comando de Policiamento Metropolitano; o diretor do Departamento de Gestão Operacional e Estratégica da Secretaria de Segurança Pública, Cel. Marco Antônio Moura dos Santos, o delegado do Departamento Estadual de Investigações Criminais (DEIC Juliano Machado, o assessor comunitário do Conorte, Fagno Costa, o coordenador operacional da Unibus, André Porto e o representante da Carris, Avelino Cavalheiro.

Lucia Jahn - MTb 16502
Gab. Ver. Adeli Sell


segunda-feira, 31 de maio de 2010

Vila Pinto pede providências contra assaltos nos ônibus


A comunidade da Vila Pinto tomou a iniciativa de convocar uma reunião para discutir a onda crescente de assaltos nos ônibus buscando ações efetivas em prol da segurança dos moradores e dos usuários de transporte público na região. Foram chamados a participar o Consórcio Unibus (que congrega seis empresas de ônibus urbanos), Carris, Sindicato dos Trabalhadores Rodoviários, Brigada Militar, Gabinete do Vereador Adeli Sell - representando a Câmara Municipal - e Gabinete do Deputado Adão Villaverde, representando a Assembléia Legislativa. A reunião aconteceu no salão da Viação Estoril.

Foi relatado que de 16 de março até agora, só nos ônibus da Carris, houve 55 assaltos. A situação chegou a tal ponto que no domingo, dia 23 de maio, aconteceram quatro assaltos em uma mesma linha, todos na região do 20° BPM. Marli Medeiros, responsável pelo CEA, relata que os moradores da Vila Pinto sentem-se acuados com a situação, já que grande parte das vítimas de assaltos, inclusive motoristas e cobradores, vivem na região entre as Vilas Ceffer e Grande Mato Sampaio.

“Antes os ladrões levavam o conteúdo do caixa do cobrador, mas agora com o TRI e os cofres, é feito um arrastão, deixando os usuários reféns e ameaçados por armas de fogo, facas e cacos de vidro ao longo de várias paradas”, diz Marli. Isso repercute na vida da comunidade, pois muitos trabalhadores, traumatizados, têm medo de utilizar os ônibus; motoristas e cobradores precisam de atendimento psicológico por trabalhar sob a tensão de um novo assalto e as empresas tendem a retirar horários para diminuir seus prejuízos, penalizando ainda mais os usuários. Já está se tornando prática que os ônibus que circulam durante a noite evitem parar onde temem que possam embarcar assaltantes, privando trabalhadores de usar o serviço. Agravando a situação, ultimamente tem havido ameaças de incendiar os veículos caso ocorram alguma reação por parte da comunidade. Enfatizou-se a peculiaridade desta situação uma vez que os delitos em sua maioria são cometidos por jovens usuários de crack.

Foi feita a proposta de que seja criada uma força-tarefa que reúna órgãos municipais e estaduais, sociedade civil e iniciativa privada para ações articuladas de combate aos assaltos agregadas à programas de educação para jovens e de recuperação de drogaditos, em consonância com o programa federal de combate ao crack lançado recentemente. Nos próximos dias será realizada uma Audiência Pública na Assembleia Legislativa para definir responsabilidades e ações imediatas.

Lucia Jahn (MTb 16502)

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Bônus Moradia é alternativa para obras da Copa

Reunião preparatória do Fórum Legislativo da Copa 2014
Na foto: Sebastião Melo, Adeli Sell, João Carlos Nedel e Paulo Odone
Foto: Tonico Alvares
O vereador Adeli Sell (PT) propõe que a Lei que institui o “Bônus Moradia”, criada pelo Executivo para atender ao caso específico de famílias do bairro Cavalhada, seja ampliada para toda a cidade. Adeli integra o Fórum de Legislativos Municipais da Região Metropolitana, que tem por objetivo debater as questões relativas à Copa de 2014.
Adeli explica que, para agilizar o deslocamento viário, serão feitas obras estruturantes que atingirão importantes regiões da cidade. Devido a isto, várias vilas deverão ser retiradas, dentre estas, áreas da Grande Cruzeiro e da vila Pinto. A prioridade é que sejam construídas novas residências na mesma região, permitindo que as famílias atingidas não sofram com o afastamento de seus pontos referenciais, como trabalho e escola.
Mas, quando isto não for possível, deve ser oferecida a alternativa do Bônus Moradia, permitindo aos moradores removidos compulsoriamente adquirir moradia no local de sua preferência. O valor do Bônus Moradia deve ser definido tendo por base o valor do custo médio de construção de uma unidade habitacional e deverá ser utilizado para aquisição de imóvel residencial no município de Porto Alegre.
Para Adeli “a moradia decente é um direito fundamental, que deve ser respeitado, pois a residência familiar dá base a uma vida com dignidade”. A Copa de 2014, considera o vereador, é o momento oportuno para implementar procedimentos que ultrapassem o evento esportivo, e sirvam para tornar a cidade mais humanizada, respeitando o Programa Integrado Sócio Ambiental

sábado, 23 de maio de 2009

EU VI O INFERNO (na Vila Pinto)



clique nas fotos para ampliar.
Neste sábado, dia 23, percorri a Vila Pinto, da rua T3 até o Beco P1.
As fotos falam por si, é lixo e entulho por todos os lados. O arroio vive atrolhado de lixo e entulhos, colocando em risco as casas vizinhas quando as chuvas aumentam.
O mau cheiro é insuportável. Umidade em todos os lugares, causando vários problemas de saúde, especialmente para as crianças e idosos.
Dentro do arroio há uma árvore que ameaça cair sobre várias casas, mas a SMAM, apesar das várias solicitações, não corta.
Dias atrás duas casas queimaram e não sobrou nada. Depois de muita batalha, conseguimos que o Demhab fornecesse duas casas de emergência, mas faltam as coisas básicas para o dia a dia destas pessoas, das louças ao agasalho de inverno.
A Vila virou pista de decolagem de urubus, que passam o dia sobrevoando a região, num triste espetáculo da miséira. Uma vergonha e um descaso.
Onde anda a nossa Prefeitura?
Estamos entregando ao prefeito, nesta segunda, um dossiê completo deste INFERNO QUE EU VI NA VILA PINTO.