sexta-feira, 26 de abril de 2013
As mutações do Moinhos de Vento
Por Paulo Renato Rodrigues
Pelo Banco do Brasil, em 33 anos de atividades, morei em quatro estados e 11 cidades brasileiras. Meu projeto era terminar a carreira de bancário em Porto Alegre. Mas, no final de 1997, houve uma antecipação circunstancial e acabei vindo de Caxias do Sul para a Capital, nomeado gerente da agência situada na esquina da 24 de outubro com a Luciana de Abreu, ali quase na frente do Parcão.
Foi a minha apresentação ao Moinhos de Vento. Período espetacular! Amor à primeira vista! O bairro iniciava uma transição, mudando o perfil de residencial para comercial, e isso gerava uma grande polêmica entre os moradores, pois o comentário era o de que ele estava sendo descaracterizado. Começavam a instalar-se cada vez mais bares, restaurantes e escritórios na região.
Recordo que, à época, a Telefônica iniciava as atividades no Estado e boa parte dos executivos espanhóis abriram as suas contas correntes na nossa agência, que ficava próxima à sede da empresa ibérica. O mais interessante era o relato que eles faziam da surpresa com o bairro. Quando souberam da transferência para o Brasil, a impressão que eles tinham é a de que viriam para um país de terceiro mundo. Afinal, essa era a imagem generalizada do Brasil lá fora. Aqui chegando e circulando pelo Moinhos, a sensação deles era a de que estavam "em casa". "Isso aqui é padrão europeu, não fica devendo nada para Madri", lembro da frase dita por um deles e corroborada em coro pelos colegas num cafezinho descontraído na agência.
Nosso restaurante preferido era um francês, na esquina da Luciana com a Padre Chagas, de propriedade de um cliente do banco, médico, e cuja esposa havia cursado gastronomia em Paris. Pena que não existe mais. Após o almoço, saíamos para comer um doce no Substância e tomar um expresso no Café do Porto. Eram os tempos da qualidade total, tema emergente que o professor Falconi nos encutia em sala de aula. O exemplo para nós estava ao vivo e a cores ali no Moinhos.
Por outra circunstância do destino, minha passagem foi efêmera - durou pouco mais de um ano - pois, em abril de 1999, fui nomeado Superintendente Regional, em Aracaju, no Sergipe. Depois, fui para Santa Catarina, até retornar para Porto Alegre em 2002 e aposentar-me no BB em 2008.
Hoje, andando pelas ruas charmosas do Moinhos, sinto saudades daquele tempo e fico feliz por ter sido testemunha ocular do início da transição para a nova vocação do bairro, hoje, sem dúvida, o point de Porto Alegre. E relembro o que disseram os surpresos amigos espanhóis: o Moinhos é de primeiro mundo mesmo. Claro, tem a questão segurança, mas esse não é um problema exclusivo do bairro, muito menos do Brasil. Eu já vi pessoalmente briga generalizada no aeroporto de Barajas, em Madri, e tiroteio no metrô de Paris, e não tinha uma linha sequer sobre isso nos jornais no dia seguinte. No entanto, quando tinha alguma notícia do Brasil lá fora, era só sobre violência.
quinta-feira, 25 de abril de 2013
Caminhando por Porto Alegre - Arena do Grêmio
Nesta semana também estamos na Store TV, canal 13 da Net, com o Caminhando por Porto Alegre com Adeli Sell. Nesta edição falamos sobre os desafios do bairro Humaitá com a implantação da Arena do Grêmio. Vale a pena conferir.
Caminhando por Porto Alegre - Praça da Matriz
Entramos no ar no início do mês na Store TV, canal 13 da Net, com o Caminhando por Porto Alegre com Adeli Sell. No nosso primeiro programa abordamos os encantos e desencantos da Praça da Matriz, situada no coração da cidade.
quarta-feira, 24 de abril de 2013
PT-POA debate hoje projeto petista de transporte público
A Direção Municipal do Partido dos Trabalhadores convida todos e todas para a grande reunião que será realizada hoje (25/04) na sede municipal do partido, às 19 horas. Na pauta, a situação do transporte público de Porto Alegre.
Convocada pela Juventude do PT-POA, Setorial Comunitária, Bancada de Vereadores, Trabalhadores Rodoviários do PT, e direção municipal, a atividade tem por objetivo refletir sobre o projeto petista de transporte público, e definir ações de mobilização que garantam a diminuição do valor da passagem de ônibus e um transporte de qualidade.
Asscom PT-POA
terça-feira, 23 de abril de 2013
Porto Alegre em Revista aborda a situação do trânsito
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| Na foto, Natália Steigleder, Adeli Sell, Renato Sagrera e Carlos Pires |
Os novos pontos de congestionamento na cidade será um dos assuntos da edição do Porto Alegre em Revista nesta quinta-feira (25.04), contando com a presença do diretor de trânsito da EPTC, Carlos Pires e da socióloga Natália Steigleder. Além deste item, o programa também vai tratar da quantidade de semáforos na capital, bem como a necessidade de vias expressas.
A repórter Tatiana Feldens irá apresentar matéria na qual conversou com motoristas em torno dos problemas enfrentados no trânsito da metrópole. A apresentação é de Renato Sagrera e os comentários de Adeli Sell, com a direção de Cleber Moreira.
Mercado Público – democrático para todos os gostos
O ideal é largar o carro em casa, se as compras forem parcas. Mas não é proibido vir motorizado. Apenas tente chegar cedo para achar onde estacionar. Infelizmente, aos sábados, alguns estacionamentos do centro não funcionam. E são caros.
Nem pense em tomar café em casa. Comece suas andanças pelo Mercado cedo. Tem várias padarias para você degustar do café expresso ao tradicional "farroupilha".
Pensou em um presente especial a um amigo que está longe? Mande uma boa cachaça gaúcha, ali da Cachaçaria do Mercado. Faltou aquela erva para aquele mate, escolha numa das tulhas a de sua preferência pela cor ou pela espessura de sua moedura. E se for adepto a comidas mais saudáveis, tem tudo à sua mão.
O Mercado também oferece todos os tipos de cortes de carne, do boi ao porco, passando pelo frango caipira e o cordeiro. Andando curto seus pilas, opte por uma carcaça de galinha, ossinhos de porco, miúdos variados, e a família inteira estará em festa.
Se a sua opção é um prato com peixe, bem, você terá dificuldades na escolha. De água doce à salgada. Tem também todos os frutos do mar. Mas como a moda é a culinária japonesa, não só tem escolha para qualquer produto como já pode ficar para o almoço num dos restaurantes, tem no primeiro e no segundo piso.
Café moído ou sorvido ali. Tem para todos os gostos. O cheiro e o sabor de primeira irá te convidar a apreciar um ali mesmo, no balcão ou na mesa, com os amigos ou com a esposa.
Se a opção for almoçar no mercado, por favor venha cedo para não esperar em fila. No almoço, assim como nas compras, também tem para todo o tamanho de bolso. Em qualquer boteco externo se come bem e barato. E garanto que já comi ali o melhor arroz com feijão e chuleta desta cidade.
No inverno, nem é preciso falar do mocotó, cujos preços também variam segundo o poder aquisitivo de cada um. Você pode comer do melhor bacalhau ao peixe mais barato. Do melhor vinho ao de garrafão. E aquilo que você é proibido de fazer cotidianamente em casa, como bife de fígado, bucho e outras iguarias, ali é só pedir que tem. Resolvido o problema.
Doces, sorvetes? Ora, os melhores sorvetes da cidade devem estar ali, tanto no térreo quanto no piso superior.
Bem, devo ter falado da metade mais importante, mas tem mais.
Voltaremos ao tema.
Nem pense em tomar café em casa. Comece suas andanças pelo Mercado cedo. Tem várias padarias para você degustar do café expresso ao tradicional "farroupilha".
Pensou em um presente especial a um amigo que está longe? Mande uma boa cachaça gaúcha, ali da Cachaçaria do Mercado. Faltou aquela erva para aquele mate, escolha numa das tulhas a de sua preferência pela cor ou pela espessura de sua moedura. E se for adepto a comidas mais saudáveis, tem tudo à sua mão.
O Mercado também oferece todos os tipos de cortes de carne, do boi ao porco, passando pelo frango caipira e o cordeiro. Andando curto seus pilas, opte por uma carcaça de galinha, ossinhos de porco, miúdos variados, e a família inteira estará em festa.
Se a sua opção é um prato com peixe, bem, você terá dificuldades na escolha. De água doce à salgada. Tem também todos os frutos do mar. Mas como a moda é a culinária japonesa, não só tem escolha para qualquer produto como já pode ficar para o almoço num dos restaurantes, tem no primeiro e no segundo piso.
Café moído ou sorvido ali. Tem para todos os gostos. O cheiro e o sabor de primeira irá te convidar a apreciar um ali mesmo, no balcão ou na mesa, com os amigos ou com a esposa.
Se a opção for almoçar no mercado, por favor venha cedo para não esperar em fila. No almoço, assim como nas compras, também tem para todo o tamanho de bolso. Em qualquer boteco externo se come bem e barato. E garanto que já comi ali o melhor arroz com feijão e chuleta desta cidade.
No inverno, nem é preciso falar do mocotó, cujos preços também variam segundo o poder aquisitivo de cada um. Você pode comer do melhor bacalhau ao peixe mais barato. Do melhor vinho ao de garrafão. E aquilo que você é proibido de fazer cotidianamente em casa, como bife de fígado, bucho e outras iguarias, ali é só pedir que tem. Resolvido o problema.
Doces, sorvetes? Ora, os melhores sorvetes da cidade devem estar ali, tanto no térreo quanto no piso superior.
Bem, devo ter falado da metade mais importante, mas tem mais.
Voltaremos ao tema.
sexta-feira, 19 de abril de 2013
Complexo Logístico do Porto Seco é o tema da sexta edição do Porto Alegre em Revista
A situação do Complexo Logístico do Porto Seco é o tema da sexta edição do Porto Alegre em Revista. O Executivo Jackson Castro e o vereador João Carlos Nedel irão debater os projetos da área, localizada na Zona Norte, que abriga mais de 30 empresas, movimentando cerca de 15 milhões de toneladas em mercadorias transportadas.
O programa vai ao ar toda a quinta-feira, às 22 horas, no canal 20 da Net, e conta com outras seis reprises semanais:
Segundas-feiras: às 19:30
Terças-feiras: 8:30
Quartas-feiras: 22:00
Sábados: 15:00
Domingos: às 9:30
Domingos: 00:00
O programa é apresentado pelo jornalista Renato Sagrera, junto com o comentarista Adeli Sell. A produção e reportagem são de Tatiana Feldens e a Edição Executiva de Cleber Moreira.
Pirataria é crime por lei
Em 2004, lancei um livro chamado PIRATARIA, AQUI NÃO. Baseava-se na minha experiência como titular da Smic - nossa Secretaria Municipal da Produção, Indústria e Comércio. Durante 15 meses desenvolvi uma metodologia de trabalho no combate à pirataria, ao contrabando e à falsificação. Foi uma verdadeira guerra que me obrigou a utilizar segurança 24 horas e colete à prova de balas. A bandidagem tinha me jurado de morte.
O Centro estava tomado de ilícitos. Vendia-se de tudo, de CD pirata a armas de fogo na Praça XV. Com muito esforço, deixamos claro que a nossa política, desde as primeiras manifestações, seria de tolerância zero com as ilegalidades. Hoje, estou convicto de que na ausência deste combate sem fronteiras que incrementei naquela época não teria havido "camelódromo", nem nosso Pop Center de hoje.
Receio pelo retorno destes tempos. Por sinal, são visíveis os "novos" pontos de venda de pirataria e outros ilícitos no Centro. É sempre assim, eles vem devagarinho, com um cardápio de produtos, sempre se adaptando a um novo "modus operandi". Já cobrei da Smic novas ações desde o início desta gestão, mas até o momento nada foi feito. Os ilícitos voltam a tomar conta da cidade.
Lembro que pirataria, contrabando, descaminho e receptação de cargas roubadas, conforme o código penal (Lei nº 9.605), são ilegalidades passíveis de penalidade criminal. Crimes que precisam ser combatidos. E a Prefeitura tem poder de "polícia administrativa", ou seja, tem autonomia para agir localmente, podendo e devendo apreender os produtos.
A questão, então, é agir. Precisamos educar, pressionar, repreender e criminalizar. Precisamos construir um consumidor legal, moldar novas posturas, discutir atitudes. E atitudes significam ações. Ações claras, contundentes e sem tergiversações. Só assim acabaremos com a bandidagem e o comércio ilegal em Porto Alegre.
Adeli Sell
Escritor e consultor
terça-feira, 9 de abril de 2013
Porto Alegre em Revista reflete sobre os prédios inacabados da cidade, entre eles o esqueleto da Praça XV
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| No programa, o presidente do IAB Thiago Holzmann e a Arquiteta Alessandra Bonotto Paim |
Segundas-feiras: às 19:30
Terças-feiras: 8:30
Quartas-feiras: 22:00
Sábados: 15:00
Domingos: às 9:30
Domingos: 00:00
Um tema bastante atual que será abordado de forma mais específica pelo presidente do Instituto de Arquitetos do Brasil no Rio Grande do Sul - IAB/RS THIAGO HOLZMANN DA SILVA, e da arquiteta ALESSANDRA BONOTTO PAIM, autora do projeto do retrofit do Edifício Guaspari, no centro de Porto Alegre.
O programa é apresentado pelo jornalista Renato Sagrera, junto com o comentarista Adeli Sell. A produção e reportagem são de Tatiana Feldens e a Edição Executiva de Cleber Moreira.
segunda-feira, 8 de abril de 2013
Já se foram 100 dias ...
Em meados de janeiro disse que todos deveriam dar 100 dias para que o governo Fortunati-Melo mostrasse a sua cara, mesmo sendo um governo de certa continuidade. É sempre assim, no início sobram expectativas e esperanças, queiram os partidos que fazem oposição ou não. Passado este prazo, cabe a nós cobrar ações reais do governo. A gestão Fortunati-Melo perdeu preciosos momentos para se aprumar e se firmar diante do povo que os elegeu com mais de 65% dos votos.
Primeiro foi o episódio envolvendo o corte de dezenas de árvores na avenida presidente João Goulart, em frente à Usina do Gasômetro. A medida provocou indignação e atos de mobilização entre moradores. Segundo a prefeitura, a retirada seria necessária para viabilizar uma das obras da Copa de 2014, da duplicação da avenida Edvaldo Pereira Paiva. Se havia premência, necessidade imperiosa, não teria sido o caso de antes comunicar, de chamar a população e explicar? Talvez o plantio de outras em maior número, em locais adequados, pudesse convencer nossos moradores sempre ciosos com nosso verde. A expectativa começou a ser tisnada.
Quando nosso Tribunal de Contas disse que a passagem não deveria passar dos R$ 2,60, a prefeitura afoitamente fez aprovar o aumento pedido pelo setor, passando dos caros R$ 2,85 para o caríssimo R$ 3,05. Diante da pressão, o governo deveria ter sido sensível e chamado todos ao diálogo. Chamou apenas os seus, dando margem para mais desconfiança, para mais ira.
Veio a Justiça e mandou voltar aos R$ 2,85 e o governo disse que não iria recorrer. Então, por que motivos tiveram a pressa de aumentar? Onde ficou a tal certeza de dias anteriores? Outra vacilação. Nova frustração. Expectativas diminuídas.
Promessa de um novo Código de Posturas e de obras em ritmo acelerado e dentro dos prazos são outras obrigações. Como estão? Hora de verificar tudo, par e passo.
Também não tem mais desculpa a demora em propor um novo Mobiliário Urbano, pois a gestão anterior disse que em abril de 2012 teria a solução.
Já as tão propaladas promessas de soluções na saúde básica indicam que ficaram apenas na teoria, pois - mesmo não sendo mais vereador - todos os dias pedem socorro para mim.
Em se tratando de lixo, os contêineres se mostraram sinônimo de atraso e confusão por não disponibilizarem dois tipos de contêineres para separar o lixo orgânico do reciclável. Isto num período em que todos os municípios precisam dar solução aos resíduos, por exigência de Lei.
Déficit? Sim, as finanças vão mal. O software milionário não está funcionando.
Agora, depois de 100 dias, cabe-nos, como dissemos, fazer as cobranças todos os dias.
É o que faremos.
Adeli Sell
Presidente do PT-POA
Florianópolis terá teleférico de R$ 64 milhões
A Prefeitura de Florianópolis estima gastar R$ 64 milhões para a implantação do teleférico entre a Trindade e o Centro. O valor é quase um terço do que foi investido (R$ 210 milhões) para a instalação do equipamento de transporte no Complexo do Alemão, no Rio de Janeiro, referência para a capital catarinense. O projeto conceitual entregue na fase de inscrição no PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) da Mobilidade Urbana prevê que esses recursos sejam utilizados para a compra dos equipamentos e construção das três estações de embarque e desembarque de passageiros.
Após conseguir a liberação de recursos para o novo modelo de transporte, a prefeitura passa para a segunda etapa: a confecção do projeto para saber onde ficarão as estações de passageiros. Para o vice-prefeito e secretário de Obras, João Amin, é muito cedo para a escolha dos pontos, principalmente o que ficará no Maciço do Morro da Cruz. “Tudo é conceito ainda. Dependemos do licenciamento ambiental”, argumentou.
O ex-secretário da pasta, Luiz Américo Medeiros, destacou que durante a elaboração do projeto conceitual foi pensado na Mariquinha como local da estação no Morro da Cruz. Porém, ele esclareceu que a definição do ponto exato depende do trajeto das três estações. Além do Morro da Cruz, os pontos definidos são UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina) e Ticen (Terminal Integrado do Centro).
A proposta de Florianópolis tem semelhanças com o equipamento do Rio de Janeiro, principalmente extensão e capacidade. Apesar disso, João Amin argumentou que há particularidades que podem ter elevado o preço da obra carioca. “Teremos menos estações de embarque e também pode ter variações devido à inclinação”, esclareceu.
Ao todo, o governo federal anunciou R$ 162 milhões para Florianópolis. Junto com o teleférico, será construído o anel viário (duplicação da rua Deputado Antônio Edu Vieira). As duas obras custarão R$ 142 milhões.
Fonte: Blog Porto Imagem
sexta-feira, 5 de abril de 2013
Novo café no centro – com DNA e distinção!
Para mostrar diferença, distinção e que veio para ficar o novo café estava aberto em plena sexta-feira santa. É um diferencial, pois nesta capital parece que tudo fecha aos domingos e feriados. Meus aplausos para os que insistem em fazer diferente: assim como ‘o novo café’, vários restaurantes do Mercado estavam abertos também.
No piso superior do Rua da Praia Shopping abriu o "Aqui do Café" (Fone: 3022 1424), com a marca do Café do Mercado. Leonardo me afirmou que agora abre das 9 às 20h e domingos e feriados das 10h às 17h, podendo mudar (para melhor). MTV na tela, quadros do artista plástico Kerson Araújo para serem apreciados e comprados, além de belas fotos da cidade.
Uma estante de livros "pocket" da LPM. Isto já daria certa distinção, mas a grandeza vai por conta do "escritório virtual" no mezanino. Você paga 30 reais por hora, com direito a café expresso para todos da reunião de trabalho, mais água, internet e bom atendimento.
Pode não parecer muito para alguns, mas há dez anos no Centro Histórico havia poucos cafés. Começamos a retomar o hábito das padarias, e com bons cafés é sempre melhor. Pois como diz o Dr. Darcy Roberto Lima há "101 razões para tomar café".
Temos espaço e demanda para muitos outros ainda.
Em breve falarei de outros "points" do Centro.
quinta-feira, 4 de abril de 2013
Prefeitura de Porto Alegre fecha 2012 no vermelho, aumentando Cargos em Comissão
Os alertas que fazia a bancada do Partido dos Trabalhadores, durante a gestão de Fogaça e Fortunati, e em especial no final do ano passado, ao questionar a chamada reforma administrativa, com a criação de Cargos Comissionados e o aumento de gratificações concedidas a setores do funcionalismo em detrimento da grande maioria e da implementação de plano de carreira, tomou uma grave proporção ao ser publicado o balanço das finanças públicas de 2012.
A prefeitura fechou o exercício de 2012 com R$ 59 milhões de déficit. Mesmo com o aumento de receita, em razão dos aumentos de repasses da União e do Estado, a cidade fechou o ano no vermelho em razão do agudo aumento de gasto com Cargos em Comissão e perda de arrecadação própria.
De 2008 a 2012 o gasto com pessoal cresceu de 42,68% para 47,64%, sendo que a previsão é que feche o ano perto do limite permitido pela Lei de Responsabilidade Fiscal, em mais de 49%.
A Administração Centralizada que contava em 2004 com 267 CCs agora já conta com mais de 600 Cargos em Comissão. O impacto da reforma feita no final de 2012, que criou mais de uma centena de CCs – com os votos contrários da oposição – vai acrescentar este ano mais de R$ 10 milhões.
A cidade vem também enfrentando dificuldades na arrecadação própria em razão de sérios problemas do Sistema Integrado de Administração Tributária (SIAT). Conforme a Associação dos Servidores da Fazenda, a cidade deixou de cadastrar mais de 6 mil imóveis no ano passado. Em 2012, a Porto Alegre teve um aumento de 23,14% na venda de imóveis novos, mas o IPTU teve uma queda de 2%.
Porto Alegre, 03 de abril de 2013.
A prefeitura fechou o exercício de 2012 com R$ 59 milhões de déficit. Mesmo com o aumento de receita, em razão dos aumentos de repasses da União e do Estado, a cidade fechou o ano no vermelho em razão do agudo aumento de gasto com Cargos em Comissão e perda de arrecadação própria.
De 2008 a 2012 o gasto com pessoal cresceu de 42,68% para 47,64%, sendo que a previsão é que feche o ano perto do limite permitido pela Lei de Responsabilidade Fiscal, em mais de 49%.
A Administração Centralizada que contava em 2004 com 267 CCs agora já conta com mais de 600 Cargos em Comissão. O impacto da reforma feita no final de 2012, que criou mais de uma centena de CCs – com os votos contrários da oposição – vai acrescentar este ano mais de R$ 10 milhões.
A cidade vem também enfrentando dificuldades na arrecadação própria em razão de sérios problemas do Sistema Integrado de Administração Tributária (SIAT). Conforme a Associação dos Servidores da Fazenda, a cidade deixou de cadastrar mais de 6 mil imóveis no ano passado. Em 2012, a Porto Alegre teve um aumento de 23,14% na venda de imóveis novos, mas o IPTU teve uma queda de 2%.
Porto Alegre, 03 de abril de 2013.
quarta-feira, 3 de abril de 2013
FIGTF recebe inscrições para escolha da música tema da Semana Farroupilha
A Comissão Estadual dos Festejos Farroupilhas definiu, em reunião realizada nesta quarta-feira (03/04), na sede da Fundação Instituto Gaúcho de Tradição e Folclore (FIGTF), o período para as inscrições do concurso que escolherá a canção tema da Semana Farroupilha 2013.
De acordo com o regulamento, serão aceitas inscrições realizadas entre os dias oito de abril até oito de maio. A canção vencedora será anunciada no dia 15 de maio.
As músicas deverão ser inéditas, compostas especificamente para o evento, contemplando ritmos consagrados do cancioneiro rio-grandense e enfocando o tema “ O Rio Grande do Sul no imaginário social”, que servirá para a divulgação oficial da mesma.
Mais informações na sede da FIGTF – avenida Borges de Medeiros 1501 sala 10, em Porto Alegre. Telefone (51) 3228.1711. E-mail festivais.igtf@gmail.com.
Tudo para o seu sabor com doces
Quando se entra num supermercado parece que a gente vai achar de tudo que se quer e precisa. Nada disto. Para fazer sua torta, bolo, pudim, rocambole, pão-de-ló, cuca, bolachas e tantas outras guloseimas que a vovó nos ensinou tem local certo, sem medo de errar: Mercado Público Central. Tanto no Armazém do Confeiteiro (Fone: 32257221), tocado pelo Telmo Kader, de Passo Fundo, quanto no Armazém do Mercado (Fone: 32241402), de Manuel Celestino Azevedo Carvalhal, português de Benavento.
Não é qualquer um que pode entrar em uma confeitaria e comprar doces às pampas para a festa de um ano da filha, ou uma torta para o aniversário da mãe. Fazer em casa estas guloseimas sempre é mais barato e regra geral é mais gostoso, quando se mantém a tradição.
E nem sempre se trata de preço. Tem aquelas receitas que só a mãe, a tia ou a vó sabem fazer. É mais ou menos como o sagu feito em casa, pois não tem outro que ultrapasse o saber daquele. Seja no sagu, na ambrosia, no doce de abóbora, tem aquela canela ou especiaria que as lojas de confeiteiros do Mercado sempre têm.
Pois nestas duas lojas tem de tudo. E dizem os meus dois amigos, que não começaram no ramo, mudaram depois da reforma, migraram do peixe e da carne para os doces. E estão satisfeitos, porque o comércio de doces cresce a cada dia.
Em tempos em que o açúcar se tornou vilão das dietas, uma alternativa é os produtos naturais e alguns cereais, mas nisto tem outras lojas que os ultrapassam.
O Telmo com a esposa abriu vários cursos de confeitaria, com uma procura ímpar. Pois não tem como fazer uma verdadeira bolacha alemã como fazem minhas amigas Dorli Bartz e Nêmora Meincke - Vovi's Biscoiteria - sem os produtos de confeiteiro das lojas do Mercado.
"Coma com moderação" se fores capaz...
terça-feira, 2 de abril de 2013
Divulgando convite para Seminário de Comunicação
É com satisfação que convidamos a participar do Seminário Comunicação em Pauta: Financiamento da Comunicação Pública, que tem, como objetivos, 1) o debate de propostas que contribuam para o financiamento e a sustentabilidade de comunicação pública e comunitária no Estado do RS e 2) o papel da gestão pública no fomento deste segmento da comunicação social.
O Seminário será realizado no Hotel Continental, Largo Vespasiano Julio Veppo, nº 77, Centro, Porto Alegre, RS, 18h30min, nos dias 5 e 6 de abril de 2013 [programação abaixo].
Estão à frente dessa organização SECOM – Secretaria de Comunicação e Inclusão digital - Fundação Cultural Piratini, ABRAÇO RS [Associação gaúcha de Radiodifusão Comunitária] e a Rede de TVs Comunitárias do Estado.
Para enriquecer o debate, no primeiro dia de seminário teremos palestras com representantes do Executivo Estadual e Federal, de entidades representativas da comunicação pública nacional. No segundo dia, pela manhã, será a vez da exposição de casos internacionais, dirigidas à gestão pública estadual e municipal nas esferas dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, além de grupos de trabalho por segmento da comunicação pública. À tarde, será realizada plenária de exposição dos debates realizados em grupos, como registro da importância da comunicação pública e comunitária na democracia e no desenvolvimento do RS, tanto no setor econômico, como cultural e o papel do Poder Público no apoio a essa cadeia produtiva da comunicação social.
Confirmaram presença, por enquanto, os senhores Leopoldo Nunes [Secretaria do Audiovisual, Ministério da Cultura], Nelson Breve [Empresa Brasil de Comunicação], Carlos Alberto de Almeida [TeleSUR] e Paulo Miranda [Associação Brasileira de Canais Comunitários].
Sentir-nos-emos honrados com sua presença no Seminário, ou de seu [sua] representante.
Informações e inscrições: josue-lopes@secom.rs.gov.br, 51 3213 0753.
Cordialmente,
Vera Spolidoro
Secretária de Estado da Secretaria de Comunicação e Inclusão Digital
Claudia Cardoso
Diretora de Políticas Públicas
PROGRAMAÇÃO
1º Dia: 5/4/2013, sexta-feira, 18h30min
Mesa de Abertura:
Secretaria de Comunicação e Inclusão Digital, Ministério das Comunicações, Empresa Brasil de Comunicação, Fundação Cultural Piratini, Associação Brasileira das Emissoras Públicas, Educativas e Culturais, Associação Brasileira de Canais Comunitários, Frente Nacional Pela Valorização das TVs do Campo Público, Associação das Rádios Públicas do Brasil, Associação Brasileira de Televisão Universitária, Secretaria da Cultura, Representantes das Universidades, Representante dos Canais Comunitários do RS, Representante da ABRAÇO RS, Representante do Conselho de Comunicação Social do Senado.
Painel de Abertura:
O Financiamento da Comunicação Pública
Painelistas:
Manoel Rangel – Ancine
Leopoldo Nunes - Ministério da Cultura [confirmado]
Cezar Alvarez – Ministério das Comunicações
Dep. Fed. Pedro Uczai
Dep. Est. Aldacir Oliboni [confirmado]
Nelson Breve - Empresa Brasil de Comunicação [confirmado]
Mário Sartorello - Associação das Rádios Públicas do Brasil
2º Dia – 6/4/2013, sábado, das 9h às 17h
Manhã:das 9h às 12h30min
9h às 10h30min
Experiências Internacionais:
Carlos Alberto de Almeida [TeleSUR BR] [confirmado]
Representantes da Argentina
Bruno Lima Rocha [ABRAÇO RS] [confirmado]
11h às 12h30min
Discussão por grupo:
Grupo 1: Radcom
Coordenação da mesa: ABRAÇO RS
Grupo 2: Tvs Comunitárias
Coordenação da mesa: Rede de TVs Comunitárias
Grupo 3: TVs e Rádios Públicas
Coordenação de mesa: Fundação Cultural Piratini
Intervalo para almoço por adesão.
Tarde: das 14h às 17h30min
Plenária para relato dos trabalhos em grupo e sistematização das prioridades.
segunda-feira, 1 de abril de 2013
Governo RS convida para o III Seminário Internacional do Sistema Estadual de Participação Popular e Cidadã
Dentro da programação deste seminário, chamo a atenção pata o debate sobre "O PAPEL DOS CONSÓRCIOS INTERMUNICIPAIS NA GESTÃO PÚBLICA COMPARTILHADA".
Participam do debate o Prof. Vicente Trevas da Prefeitura de São Paulo, o Prof. Dr. Aloísio Zimmer Junior - advogado; o prefeito de Esteiro, Gilmar Rinaldi.
Com meus respeitos,
Adeli Sell
Gabinete dos Prefeitos
Adeli Sell
Gabinete dos Prefeitos
85376271
“Comunidades Tradicionais” e “Instituições de Ensino” são novas categorias do Prêmio 2013
Além das categorias “Juventude”, “Mulheres” e “Gestores Públicos” a edição 2013 do Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social traz duas novas categorias: “Comunidades Tradicionais, Agricultores Familiares e Assentados da Reforma Agrária” e “Instituições de ensino, Pesquisa e Universidades”. Na primeira, concorrem tecnologias sociais que tenham proporcionado a inclusão socioprodutiva de povos tradicionais, agricultores familiares e assentados da reforma agrária. Na segunda, deverão ser identificadas tecnologias sociais desenvolvidas por instituições de ensino, pesquisa e universidades que tenham propiciado a inclusão socioprodutiva dos participantes. Outra novidade desta sétima edição é a premiação dos segundo e terceiro lugar em cada categoria. Enquanto o primeiro lugar vai levar R$ 80 mil para utilização no projeto vencedor, a segunda e a terceira tecnologia social vencedora ganha R$ 50 mil e R$ 30 mil, respectivamente, cada uma.
No âmbito do Prêmio, a inclusão socioprodutiva tem como foco propiciar o acesso a oportunidades de trabalho e renda e contribuir para uma educação integrada e participativa; e tem, como perspectiva, a conquista de autonomia para uma vida digna sustentada e a emancipação social, política e produtiva dos indivíduos, potencializando os valores das comunidades e o saber-fazer local. Também no que diz respeito ao concurso são considerados comunidades e povos tradicionais os grupos culturalmente diferenciados e que se reconhecem como tais. Possuem formas próprias de organização social, ocupam e usam territórios tradicionais, além de recursos naturais, como condição para sua reprodução cultural, social, religiosa, ancestral e econômica. Dentre outras, são comunidades tradicionais povos indígenas, quilombolas ou ribeirinhos, por exemplo.
O manual de inscrição e o regulamento com mais informações sobre o Prêmio estão disponíveis no sitewww.fbb.org.br/tecnologiasocial
Prêmio 2013 – Realizado a cada dois anos pela Fundação Banco do Brasil, o Prêmio certifica como “Tecnologia Social” metodologias bem sucedidas, desenvolvidas na interação com a comunidade, que resultam em transformações efetivas na vida das pessoas. O Prêmio é realizado em parceria com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social - BNDES, a Petróleo Brasileiro S.A. - Petrobrás, a KPMG Auditores Independentes, além da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco). As Tecnologias Sociais certificadas pela Fundação Banco do Brasil passam a integrar o Banco de Tecnologias Sociais (BTS), uma base de dados on-line disponível no site www.fbb.org.br/tecnologiasocial e que contém informações sobre as tecnologias e instituições que as desenvolveram.
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