Mostrando postagens com marcador Abandonados. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Abandonados. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Um navio ecológico



Com o casco carcomido e porões parcialmente inundados, este navio fantasma ancorado no Cais do Porto rendeu-se ao verde, com esta viçosa árvore ou trepadeira na popa. Mas termina aí o verde. Está tão carcomido que parece ter participado da Batalha de Jutland, na I Guerra Mundial. Além disso, é um viveiro de insetos e ratos, denuncia o vereador Adeli Sell (PT), cobrando uma solução já.

(Jornal do Comércio, 15/07/2010, p. 3 - Coluna Fernando Albrecht: "Começo de conversa".

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

Prédio abandonado assombra Centro Histórico


O Centro Histórico de Porto Alegre é assombrado há mais de 40 anos por um triste espectro que ameaça a saúde e a segurança dos cidadãos da cidade e mancha a imagem que dela guardam os que a visitam. A construção, que pretendia ser um dos prédios mais altos da cidade, começou em 1963 e foi abandonada em 1965.
Desde então, conhecido como “esqueleto”, o prédio localizado na Praça Parobé números 72, 80 e 84, domina a paisagem que se tem da Praça XV e arredores. Criadouro de ratos, baratas e todo tipo de insetos; com suas estruturas corrompidas por repetidos incêndios, infiltrações e desgaste do tempo, é uma bomba pronta a explodir na zona mais movimentada da Cidade, cartão postal e centro econômico da capital.
Desde 2005 a Prefeitura tem os instrumentos legais para pôr fim a esta situação. Mas até agora nada foi feito. A Lei n° 8553, de 12 de julho de 2000, do então prefeito em exercício João Motta, estabelecia que a obra deveria estar concluída num prazo de cinco anos. Mas, a obra não andou; entretanto, o tempo segue corroendo as estruturas, a água se empoçando em seus pavimentos e moradores clandestinos utilizando o espaço para guardar mercadorias de contrabando ou roubo.
Para o vereador Adeli Sell “se medidas não forem tomadas com urgência, algum dia esta imensa estrutura virá abaixo, soterrando vidas, comércios e transformando uma desgraça cotidiana numa catástrofe de proporções incalculáveis”.

Jornalista: Lucia Jahn (MTb 16.502)
Foto: Rodney Torres